Rádio Nova Vida FM | Sempre mais vida no ar!

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Públicidade
Recados
01-05-2015
Nome:
iracilda souza
Cidade:
itabuna bahia
ola boa tarde estou aki em busca de um amor amigo tenho 58 anos busco pessoas de 55 a 60 quem tiver enteresse pode mim addc no zap 73 -91636977
21-01-2015
Nome:
Caio Cesar Sales Silva
Cidade:
Brumado - BA
Programa Espera no Senhor no ritmo dos 10 anos de fundação da Comunidade CARP. Vamos acompanhar!!!!
15-12-2014
Nome:
niltonjunior
Cidade:
RECIFE
que voces dessa radio venha ter um bom final de ano e que deus abencoe.escreva no yutube missionario niltonjr
10-12-2014
Nome:
Fábio Galvão e Daiane Ladeia
Cidade:
Caculé - BA
Deus abençoe a todos e que a luz do Espírito sempre os ilumine. Parabéns por esse abençoado trabalho através da rádio. Muito bom mesmo! Abraços. Fábio e Daiane
12-11-2014
Nome:
Ana Lucia da Silva Oliveira
Cidade:
Brumado
OLÁ ISAQUE, A PAZ DE DEUS, COM VAI?, GOSTARIA DE COLOCAR A INTENÇÃO DO TERÇO DA MISERICÓRDIA PARA O PADRE WALDECH, QUE JESUS ILUMINA A VIDA DELE, ESTAMOS EM ORAÇÃO POR ELE AMÉM OBRIGADA QUERIDO, SOU ANA LÚCIA DA COMUNIDADE SANTA RITA UM ABÇO
02-10-2014
Nome:
Jorge Malaquias Filho
Cidade:
Brumado-BA
Parabenizar a equipe da nova vida pela transmissão, músicas atuais e locuções sempre animadas. Trabalhando e Sintonizado curtindo, aguardando som do meu amigo Darlan e banda UZ Karaz. Forte abraço
30-09-2014
Nome:
Vanuza Liins
Cidade:
Dom Basilio Ba
Oi, primeira vez que ouço esse programa, excelente. Gostaria de mandar alô para minha mãe Zenaide e minha irmã Vanessa. Peço uma musica de Fernando e Sorocaba (Eu e Você). Até Mais.


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24-05-2015
CGA de Truvisco mais uma vez exclui ribeirinhos de Brumado
Divulgação MODERA

Criada pela Portaria do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – DNOCS sob Nº 66 de 02 de fevereiro de 2007, a Comissão Gestora do Açude - CGA de Truvisco, de acordo com o seu regimento, é um colegiado formado por representantes do poder público federal, estadual e municipal, representantes da sociedade civil organizada e representantes dos usuários diretos de água, tendo como área de abrangência o Açude do Truvisco e seus entornos, incluindo as áreas das bacias dos rios tributários desde suas nascentes (Riacho São Domingos, Barreiros e Rio do Salto no Município de Licínio de Almeida) e do prolongamento do Rio do Antônio (fazendo parte desse conjunto hidrográfico o Rio do Paiol desde sua nascente no Município de Jacaraci), até a Barragem da Cidade de Brumado.

O objetivo da CGA de Truvisco é garantir a implementação da gestão descentralizada, participativa e integrada dos recursos hídricos daquele Açude. E dentro desse propósito no último dia 21 de maio, quinta-feira, foi realizada mais uma reunião daquele Colegiado, na Cidade de Caculé, onde se fez exposições sobre o volume de água no Açude de Truvisco, formou-se uma comissão para resolver conflitos pelo uso da água em áreas problemáticas da Bacia do Rio do Antônio e aprovou-se a alocação de água do Açude.

Estiveram presentes à reunião, representantes da Agência Nacional de Água – ANA, do DNOCS, da Secretaria de Recursos Hídricos do Estado da Bahia, do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – INEMA, do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Contas – CBHRC, da Secretaria de Meio Ambiente de Caculé, da Gerência da Embasa de Caetité, da Secretaria de Agricultura de Licínio de Almeida, da Prefeitura de Guajeru, da Secretaria de Infraestrutura de Rio do Antônio e do MODERA, nas pessoas do Coordenador Geral Henrique Moreira Rocha e da ex-Coordenadora Geralda Ribeiro Amorim.

Conforme exposições dos técnicos da ANA, atualmente o volume de Truvisco é 13 milhões de m3 . Ou seja, menos da metade da capacidade máxima do Açude que é igual a 38,5 milhões de m3 de água. De acordo com os técnicos, a vazão média da comporta de Truvisvo não poderá comprometer o volume do seu reservatório em menos de 3,3 milhões de m3, o que já seria um volume morto.

O MODERA entrou na composição da comissão para resolver os conflitos pelo uso da água, que além de entidades da sociedade civil incluiu também órgãos públicos.

Sobre a alocação de água para o período crítico de estiagem, foi aprovado que deverá haver prioridade para atender os Municípios de Licínio, Rio do Antônio, Guajeru e Malhada de Pedras. Embora o Coordenador do MODERA, Henrique Rocha, tenha feito a defesa de Brumado, o Colegiado da CGA de Truvisco não aprovou aquele Município como prioritário. Atualmente existem as comunidades de Campo Seco II, Espinheiro, Arrasta-Pé, Arrecifinho, Santa Luzia e Queimada Grande, no Município de Brumado, que ainda dependem do uso direto das águas do Rio do Antônio para abastecimento humano, dessedentação animal e irrigação.


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24-05-2015
Programas Momento da Liturgia e Papo Cultural com Pe Waldech
Texto: Angela Silva Foto: Selma Ribeiro

Na última sexta-feira (22/ 05), a comunicadora Angela Silva do programa “Amigos da 87”, recebeu nos estúdios da Rádio Nova vida FM o Pe. Waldech Gondim.

Em entrevista concedida a nossa comunicadora o padre Waldech destacou de forma concisa sobre a relação entre sociedade e diversidade cultural e aproveitou também para anunciar a estreia dos seus programas: Momento da Liturgia, toda terça-feira das 8h00 ás 8h30 hrs e Papo Cultural, toda sexta-feira das 9h ás 10:00 hrs da manhã.

Padre Waldech enfatizou que o Momento da Liturgia será um programa destinado a tirar dúvidas dos cristãos católicos e orientá-los melhor na preparação das celebrações de uma forma geral. Já o Programa Papo Cultural, foi pensado com muito carinho por ele e abordará temas diversos e culturais com músicas e entrevistas.

Enfim, essa só foi uma deixa do que a Rádio Nova Vida, está preparando para você amigo ouvinte!

Então, para não esquecer toda terça-feira das 08h00 às 08h30min você vai ouvir na  87,9 FM, Momento da Liturgia e nas sextas-feiras, Papo Cultural das 9h ás 10:00 hrs da manhã com Padre Waldech Gondim.

Sintonize, acesse e acompanhe a nossa programação que está com uma NOVA VIDA!www.radionovavidafm.com.br

 

 

 

 


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23-05-2015
Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 17 à 24/ 05/ 2015
CNNB

17 à 24/05/2015 - Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos propõe diálogo entre religiões

Dá-nos um pouco da tua água”. Este é o tema da Semana Nacional de Oração pela Unidade dos Cristãos e Cristãs (SOUC), inspirado no Evangelho de São João e que retrata o encontro de Jesus com a mulher samaritana. O evento ocorre de 17 e 24 de maio e busca refletir sobre a unidade cristã e o diálogo entre as religiões. 

Ainda, dentro da perspectiva do tema deste ano, a Semana propõe o debate sobre os diferentes contextos religiosos do país, abordando, principalmente, a intolerância religiosa.

No Brasil, o Conic coordena as celebrações da Semana de Oração em diversas regiões do país.

O Conic foi fundado em 1982, com participação de membros das igrejas Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Anglicana do Brasil (IEAB), Presbiteriana Unida (IPU) e a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia (ISOA). Tem como missão promover e estimular relações ecumênicas entre Igrejas cristãs e o fortalecimento do testemunho em favor dos Direitos Humanos.

CNBB com informações do Conic


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18-05-2015
Pastoral da Comunicação realiza formação no zonal de Brumado
Fonte: Diocese de Caetité

No último domingo 17 a Pastoral da Comunicação em comunhão com o seu projeto diocesano, realizou no zonal de Brumado que compreende também as paróquias de Guajeru, Aracatu e Malhada de Pedras que sediou o encontro, um momento forte de formação para os agentes da Pascom.

O encontro contou com a participação de alguns dos membros da coordenação diocesana como Pe. Paulo Henrique (Igaporã), Fábio Galvão (Caculé), Edson Junior (Guanambi), Anete Farias (Ibiassucê), Marcos Rocha (Urandi) e Jonnas Kalliton (Licínio de Almeida).O encontro também teve a presença dos padres Hélio, Waldech, Eutrópio, Reinaldo; além dos leigos que vieram abrilhantar ainda mais este momento de aprendizado e edificação.

A Equipe diocesana apresentou o Documento 99 da CNBB – Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, a Estrutura da Pascom, o Projeto Diocesano da Pastoral; também foram dadas dicas sobre  Fotografia, Rádio e Web. Na oportunidade, foi divulgado o 1º Muticom Diocesano que acontecerá no mês de Setembro no Centro de Treinamento de Líderes em Caetité entre os dias 19 e 20.

O encontro foi breve, mas deu para sentir o grande potencial dos comunicadores deste zonal. O próximo passo é cada paróquia se reunir para organizar a estrutura de sua Pascom, e para isso a equipe diocesana se coloca à disposição para orientações e dicas.

Deus abençoe a todos pela disponibilidade e decisão de seguir os ensinamentos de Jesus Cristo, que é o caminho, a verdade e a vida. 

Pascom Diocesana.


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18-05-2015
MENSAGEM DO PAPA PARA O 49º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
Divulgação

Tema: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”

  O tema da família encontra-se no centro duma profunda reflexão eclesial e dum processo sinodal que prevê dois Sínodos, um extraordinário – acabado de celebrar – e outro ordinário, convocado para o próximo mês de Outubro. Neste contexto, considerei oportuno que o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais tivesse como ponto de referência a família. Aliás, a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. Voltar a este momento originário pode-nos ajudar quer a tornar mais autêntica e humana a comunicação, quer a ver a família dum novo ponto de vista.

  Podemos deixar-nos inspirar pelo ícone evangélico da visita de Maria a Isabel (Lc 1, 39-56). “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre” (vv. 41-42).

  Este episódio mostra-nos, antes de mais nada, a comunicação como um diálogo que tece com a linguagem do corpo. Com efeito, a primeira resposta à saudação de Maria é dada pelo menino, que salta de alegria no ventre de Isabel. Exultar pela alegria do encontro é, em certo sentido, o arquétipo e o símbolo de qualquer outra comunicação, que aprendemos ainda antes de chegar ao mundo. O ventre que nos abriga é a primeira “escola” de comunicação, feita de escuta e contato corporal, onde começamos a familiarizar-nos com o mundo exterior num ambiente protegido e ao som tranquilizador do pulsar do coração da mãe. Este encontro entre dois seres simultaneamente tão íntimos e ainda tão alheios um ao outro, um encontro cheio de promessas, é a nossa primeira experiência de comunicação. E é uma experiência que nos irmana a todos, pois cada um de nós nasceu de uma mãe.

  Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num “ventre”, que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é “o espaço onde se aprende a conviver na diferença” (Exort. ap. Evangelii gaudium, 66). Diferenças de géneros e de gerações, que comunicam, antes de mais nada, acolhendo-se mutuamente, porque existe um vínculo entre elas. E quanto mais amplo for o leque destas relações, tanto mais diversas são as idades e mais rico é o nosso ambiente de vida. O vínculo está na base da palavra, e esta, por sua vez, revigora o vínculo. Nós não inventamos as palavras: podemos usá-las, porque as recebemos. É em família que se aprende a falar na “língua materna”, ou seja, a língua dos nossos antepassados (cf. 2 Mac 7, 21.27). Em família, apercebemo-nos de que outros nos precederam, nos colocaram em condições de poder existir e, por nossa vez, gerar vida e fazer algo de bom e belo. Podemos dar, porque recebemos; e este circuito virtuoso está no coração da capacidade da família de ser comunicada e de comunicar; e, mais em geral, é o paradigma de toda a comunicação.

  A experiência do vínculo que nos “precede” faz com que a família seja também o contexto onde se transmite aquela forma fundamental de comunicação que é a oração. Muitas vezes, ao adormecerem os filhos recém-nascidos, a mãe e o pai entregam-nos a Deus, para que vele por eles; e, quando se tornam um pouco maiores, põem-se a recitar juntamente com eles orações simples, recordando carinhosamente outras pessoas: os avós, outros parentes, os doentes e atribulados, todos aqueles que mais precisam da ajuda de Deus. Assim a maioria de nós aprendeu, em família, a dimensão religiosa da comunicação, que, no cristianismo, é toda impregnada de amor, o amor de Deus que se dá a nós e que nós oferecemos aos outros.

  Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade. Reduzir as distâncias, saindo mutuamente ao encontro e acolhendo-se, é motivo de gratidão e alegria: da saudação de Maria e do saltar de alegria do menino deriva a bênção de Isabel, seguindo-se-lhe o belíssimo cântico do Magnificat, no qual Maria louva o amoroso desígnio que Deus tem sobre Ela e o seu povo. De um “sim” pronunciado com fé, derivam consequências que se estendem muito para além de nós mesmos e se expandem no mundo. “Visitar” supõe abrir as portas, não encerrar-se no próprio apartamento, sair, ir ter com o outro. A própria família é viva, se respira abrindo-se para além de si mesma; e as famílias que assim procedem, podem comunicar a sua mensagem de vida e comunhão, podem dar conforto e esperança às famílias mais feridas, e fazer crescer a própria Igreja, que é uma família de famílias.

  Mais do que em qualquer outro lugar, é na família que, vivendo juntos no dia-a-dia, se experimentam as limitações próprias e alheias, os pequenos e grandes problemas da coexistência e do pôr-se de acordo. Não existe a família perfeita, mas não é preciso ter medo da imperfeição, da fragilidade, nem mesmo dos conflitos; preciso é aprender a enfrentá-los de forma construtiva. Por isso, a família onde as pessoas, apesar das próprias limitações e pecados, se amam, torna-se uma escola de perdão. O perdão é uma dinâmica de comunicação: uma comunicação que definha e se quebra, mas, por meio do arrependimento expresso e acolhido, é possível reatá-la e fazê-la crescer. Uma criança que aprende, em família, a ouvir os outros, a falar de modo respeitoso, expressando o seu ponto de vista sem negar o dos outros, será um construtor de diálogo e reconciliação na sociedade.

  Muito têm para nos ensinar, a propósito de limitações e comunicação, as famílias com filhos marcados por uma ou mais deficiências. A deficiência motora, sensorial ou intelectual sempre constitui uma tentação a fechar-se; mas pode tornar-se, graças ao amor dos pais, dos irmãos e doutras pessoas amigas, um estímulo para se abrir, compartilhar, comunicar de modo inclusivo; e pode ajudar a escola, a paróquia, as associações a tornarem-se mais acolhedoras para com todos, a não excluírem ninguém.

  Além disso, num mundo onde frequentemente se amaldiçoa, insulta, semeia discórdia, polui com as murmurações o nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação feita de bênção. E isto, mesmo nos lugares onde parecem prevalecer como inevitáveis o ódio e a violência, quando as famílias estão separadas entre si por muros de pedras ou pelos muros mais impenetráveis do preconceito e do ressentimento, quando parece haver boas razões para dizer “agora basta”; na realidade, abençoar em vez de amaldiçoar, visitar em vez de repelir, acolher em vez de combater é a única forma de quebrar a espiral do mal, para testemunhar que o bem é sempre possível, para educar os filhos na fraternidade.

  Os meios mais modernos de hoje, irrenunciáveis sobretudo para os mais jovens, tanto podem dificultar como ajudar a comunicação em família e entre as famílias. Podem-na dificultar, se se tornam uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar apesar da presença física, de saturar todo o momento de silêncio e de espera, ignorando que “o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras ricas de conteúdo” (BENTO XVI, Mensagem do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24/1/2012); e podem-na favorecer, se ajudam a narrar e compartilhar, a permanecer em contato com os de longe, a agradecer e pedir perdão, a tornar possível sem cessar o encontro. Descobrindo diariamente este centro vital que é o encontro, este “início vivo”, saberemos orientar o nosso relacionamento com as tecnologias, em vez de nos deixarmos arrastar por elas. Também neste campo, os primeiros educadores são os pais. Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver, no ambiente da comunicação, segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum.

  Assim o desafio que hoje se nos apresenta, é aprender de novo a narrar, não nos limitando a produzir e consumir informação, embora esta seja a direção para a qual nos impelem os potentes e preciosos meios da comunicação contemporânea. A informação é importante, mas não é suficiente, porque muitas vezes simplifica, contrapõe as diferenças e as visões diversas, solicitando a tomar partido por uma ou pela outra, em vez de fornecer um olhar de conjunto.

  No fim de contas, a própria família não é um objeto acerca do qual se comunicam opiniões nem um terreno onde se combatem batalhas ideológicas, mas um ambiente onde se aprende a comunicar na proximidade e um sujeito que comunica, uma “comunidade comunicadora”. Uma comunidade que sabe acompanhar, festejar e frutificar. Neste sentido, é possível recuperar um olhar capaz de reconhecer que a família continua a ser um grande recurso, e não apenas um problema ou uma instituição em crise. Às vezes os meios de comunicação social tendem a apresentar a família como se fosse um modelo abstrato que se há de aceitar ou rejeitar, defender ou atacar, em vez duma realidade concreta que se há de viver; ou como se fosse uma ideologia de alguém contra outro, em vez de ser o lugar onde todos aprendemos o que significa comunicar no amor recebido e dado. Ao contrário, narrar significa compreender que as nossas vidas estão entrelaçadas numa trama unitária, que as vozes são múltiplas e cada uma é insubstituível.

  A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro.

Vaticano, 23 de Janeiro – Vigília da Festa de São Francisco de Sales – de 2015.

Papa Francisco


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18-05-2015
17/05/2015 - 49º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
Divulgação

A PASCOM (Pastoral da Comunicação) de nossa diocese está agindo para uma comunicação mais viva e rica.


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12-05-2015
Comemoração 18 anos da Divina Providência e Inauguração Rádio Nova Vida
Foto: Selma Ribeiro

Centenas de pessoas estiveram na tarde deste domingo (10), na Igreja Santa Rita em Brumado, onde foi comemorado os 18 anos de trabalho de ação social da Associação Divina Providência, na oportunidade, foi  também celebrado a inauguração da nova sede da Rádio Comunitária Nova Vida, administrada pela referida instituição.

Locutores, associados, autoridades políticas e comunitárias também marcaram presença e, após a missa, houve ainda um coquetel com convidados especiais e funcionários da rádio, ocorrido no CTL - Centro de Treinamento de Líderes da Paróquia Bom Jesus, no Bairro Baraúnas. 

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08-05-2015
Convite
Divulgação


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17-04-2015
Adeus Dom Antônio Alberto
Por: Pe. Waldech

Faleceu em 13 de abril de 2015 na cidade de Uberlândia-MG, Dom Antônio Alberto Guimarães Rezende 7º Bispo da Arquidiocese de Caetité (1982-2002). Agradecemos ao Senhor a vida, vocação e missão de Dom Alberto que por 20 anos, como bom pastor, caminhou com o rebanho de Deus aqui na nossa diocese, sendo seu 7° bispo!!! Nossas orações e nossa esperança no Ressuscitado, Senhor da Vida e da história...

Unamos nossas orações ao Deus de misericórdia por nosso bispo emérito Dom Alberto: 33 anos de serviço a Deus no ministério episcopal, sendo boa parte realizada em nossa Diocese de Caetité! 
Homem da voz firme, jeito atencioso, olhar terno e humano. Profundo amor a Santa Terezinha do Menino Jesus, fiel defensor da devoção Mariana....
Nas viagens com Dom Alberto, sempre um terço...revistas de catequese devocional onde ia deixando a quem visse pelas estradas. 
Em seu último Aniversário Episcopal, assim o felicitei:
"...Agradeço o dom da sua vida e seu ministério, pois fostes a referência de fé e seguimento na Deus na minha juventude, no meu discernimento vocacional e engajamento na Igreja.
Uno-me a ti e à nossa Diocese de Caetité nesta data especial. 
"Facite Christi Mandata", qual lema que escolheste para expressar a sua missão, faço votos que continue inspirando a sua vida para espalhar a tantos o "bom odor de Cristo". (2Cor 2, 15).
Parabéns! Saúde e Paz".

E sua resposta: " Caríssimo Pe. Waldech. Obrigado pela sua confortante mensagem. 
Você deixou o velho bispo muito feliz. Que Jesus lhe dê muita saúde e muita disposição para Evangelizar.
Em Jesus e Maria.
Com ternura Dom Alberto".
Vai com Deus DOM, cumpriste sua missão, Maria Santíssima esteja ao teu lado.


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